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terça-feira, 24 de maio de 2011

Audi lança projeto de postos autosuficientes


O futuro da mobilidade ainda não depende totalmente dos carros elétricos. Há quem diga ainda que essa talvez não seja a solução definitiva para reduzir a poluição, uma vez que as baterias desse tipo de veículo são difíceis de reciclar e exigem cuidados especiais na hora do descarte. A Audi, por outro lado, propõe com o projeto e-gas seguir com motores a explosão, mas com cuidados especiais com as emissões e, sobretudo na fabricação do combustível.


Além de engenharia bruta, o projeto também envolve processos químicos para criar toda uma cadeia de transporte sustentável. O plano prevê a criação de postos de abastecimento autossuficientes com de geradores eólicos (que usa a energia dos ventos). Não só isso, as instalações também fabricarão o combustível para os veículos - no caso o gás metano -, a partir da mistura de hidrogênio (também isolado na “usina” da Audi) com dióxido de carbono, que será recolhido dos automóveis a cada visita ao “posto”.


Em comunicado, a fabricante afirma que o plano sairá do papel a partir de 2013 e a princípio somente na Alemanha. O projeto também envolve o desenvolvimento de um novo motor movido a gás natural (os pontos de e-gas terão o combustível no formato sintético) com sistema de injeção direta e turbo, o famoso propulsor TFSI na Audi.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Audi veste A1 com as camisas do Real Madrid e do Barcelona


Afora a rivalidade em campo, Barcelona e Real Madrid tem algo em comum: durante o Salão de Barcelona, a Audi personalizou o A1 com as cores dos times espanhóis – desde 2006, a marca alemã patrocina o Barcelona.


Exemplares únicos, os carros contam com personalização interna e equipamentos esportivos.


Principal lançamento da Audi nos últimos anos, o A1 acaba de chegar ao Brasil. Por R$ 89.900, o menor carro da Audi oferece quatro airbags, ABS, controle eletrônico de estabilidade (ESP), teto solar panorâmico e sistema de som da Bose.
Fonte: iGCarros

domingo, 22 de maio de 2011

Audi mostra R8 elétrico sendo produzido


A Audi abriu as portas de sua fábrica em Neckarsulm, na Alemanha, mais precisamente o setor da linha de produção do R8 e-tron, o primeiro superesportivo elétrico de produção desenvolvido pela fabricante. O lançamento comercial do carro na Europa já está confirmado para 2012, só falta definir a data e o preço. “Esse carro é muito importante para a marca, pois mostra nossa competência e experiência na produção de veículos totalmente elétricos”, afirma Werner Frowein, diretor de desenvolvimento da montadora, em comunicado sobre o veículo.


O R8 e-tron, segundo dados da Audi, não é só uma versão elétrica do R8 convencional. O carro teve de ser desenvolvido desde sua plataforma ao conjunto mecânico. A estrutura do veículo é toda de alumínio e pesa apenas 200 kg.


Com os outros componentes inclusos, o peso completo chega a 1.600 kg. A motorização definitiva, porém, ainda não foi confirmada pela marca. Na versão conceitual, o propulsor gerava 313 cv e surreais 458 kgfm de torque
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Audi quer voltar aos bons tempos com o A1


Ficou mais fácil comprar um Audi, por mais que seja um pequeno como o A1, o “carrinho” da marca, que finalmente chegou ao mercado brasileiro. Sai da loja com preços a partir de R$ 89.900 e tem tanta disposição e recursos quanto um A8, a “nave” de Ingolstadt. O problema (ou não) é o tamanho: mede meros 3,95 metros de comprimento, contra 5,13 m do sedanzão, que aliás custa R$ 505.000. Mais próximo da sua realidade? A intenção dos alemães é essa mesma: construir ao redor do veículo uma nova imagem. Em outras palavras: vai vender a bastante. “O plano é emplacar mais de 300 unidades por mês”, afirmou Paulo Sergio Kakinoff, presidente da Audi no Brasil, durante o lançamento do novo grande carro da marca. Só para se ter uma ideia, isso é mais que o volume de todos os outros modelos dela juntos.


E o A1 agrada tanto que deve assustar os vendedores de MINI Cooper, principal rival do “Audinho” por aqui. Além de ser um projeto atual (o MINI já tem 8 anos), o modelo tem motorização de ponta (a do Cooper é apenas comum), conforto (ao menos para duas pessoas) e, acima de tudo, muito estilo. É o carro que as mulheres podem chamar de “bonitinho” e os homens de “carrão”. Dá na mesma, agrada já de olhar. E de acelerar, então?


Anda demais, essa é a resposta. É um carro que passa dos 180 km/h tranquilamente (a máxima é 203 km/h), assim como qualquer outro Audi - pena que não seja permitido como nas Autobahns alemãs. A força vem do pequeno motor 1.4 TFSI, um mito entre os propulsores de baixa cilindrada. Esse motorzinho, que gera 122 cv e 20,3 kgfm de torque (entre 1.500 rpm a 4.000), já é considerado há três anos seguidos o melhor do mundo em sua categoria. Mas não é só pela velocidade, ele também tem um consumo extremamente baixo para os padrões aos quais estamos acostumados: 15 km/l na cidade e mais de 20 km/l na estrada.

O segredo

O motor do A1 tem tudo que a Audi já fez de mais moderno nesse campo. Une o fôlego extra do turbocompressor com a precisão na utilização do combustível com o sistema de injeção direta. A transmissão também é digna de troféu. O modelo traz a caixa S-Tronic com 7 (!) velocidades e a tão eficiente dupla embreagem. Esse componente proporciona trocas de marchas tão rápidas que tornam a aceleração praticamente contínua, com perda mínima de potência entre uma mudança e outra. Logo, gasta-se menos combustível mais uma vez. Por outro lado, o câmbio oferece uma ótima dirigibilidade ao carro, que pode ser guiado tanto no modo automático ou manual por meio das borboletas atrás do volante ou pela alavanca no console. A propósito, o A8 também tem esses recursos.

A sensação de dirigi-lo pode agradar diferentes públicos, desde os mais calmos aos de sangue quente. Se pisar fundo no acelerador, o A1 canta pneu e parte com vigor de carro grande (0 a 100 km/h em 8,9 segundos) e tem um comportamento muito instigante se provocado em estradas vicinais. Na rodovia é um “gigante”. Estável, silencioso, e novamente econômico: a 120 km/h em 7ª marcha na pista plana o motor não passa dos 2.500 rpm. Enquanto isso o marcador de consumo instantâneo se delicia com médias acima de 22 km/l. Porém, por se tratar de um automóvel com “paladar” mais apurado, o mais indicado é abastecê-lo somente com gasolina podium.

Aperto no estilo

O pessoal da Audi certamente quebrou a cabeça para criar o interior do A1, mas fez um belo trabalho. Limitados a uma estreito entre-eixo de apenas 2,46 metros, cabe ao carro a função de transportar duas pessoas sem problemas ou quatro com problemas. Um adulto até cabe no banco traseiro, mas encarar uma viagem São Paulo-Florianópolis naquele assento não deve ser nada bom. Por outro lado, motorista e passageiro podem continuar estrada a frente tranquilamente. Para ajudar, já vem com ar-condicionado, bem eficiente por sinal, e sistema de som Audi Multimidia, o que inclui navegador GPS (a tela salta do painel), aparelho de som e Bluetooth para conexão com celular. No entanto, não há streaming para transmissão de dados. O A8 e o rádio da Volkswagen para o Gol têm.

O desenho geral do painel e a ergonomia do A1 já adianta um pouco das próximas gerações dos carros da Audi. As saídas de ar, por exemplo, são redondas e possuem um novo tipo de botão para abertura do ventilador. Controles de som e de ar-condicionado também são diferentes dos modelos atuais da marca, mas já apareceram no conceito do novo A3 em Genebra, que será lançado apenas em 2014. Moderninho esse carro, não? E tem mais. O volante multifuncional possui os mesmos comandos do A7, assim como o desenho mais atual, mas os bancos (com regulagem manual de altura) são de tecido na versão de entrada.

Na rua todo mundo para o que está fazendo para olhar o A1, ainda mais se for um modelo vermelho. Mas o detalhe mais curioso é o “arco” que acompanha o desenho do carro de uma ponta a outra. Essa parte, aliás, pode ser personalizada “à la Mini Cooper” com diferentes cores. Na frente os típicos faróis com leds e xenônio e o desenho que dão ao modelo uma cara de “bravinho”. Já o desenho da traseira segue traços mais parecidos com o da dupla Q3 e Q5, com as lanternas com desenho triangular. É um carro que os designers chamariam de “bem resolvido”.

Por fim, o A1 também traz uma boa lista de itens de segurança. Além de “triviais” airbags frontais e freios ABS, o novo Audi também conta com bolsas infláveis laterais (tipo cortina e lateral para proteção do tórax) e controle eletrônico de estabilidade (ESP), que pode ser desligado. Já a lista de itens opcionais para o lançamento inclui itens como o teto solar panorâmico e sistema de som da Bose.

Meu primeiro Audi

Depois do A1 inicia-se a classe dos carros de R$ 100.000, onde estão os demais veículos da Audi no Brasil e outra realidade financeira. R$ 89.900 pode ser considerado uma extravagância plausível para um cidadão de situação financeira confortável, mas não com cacife suficiente para um passo mais ousado. O fato é: o lançamento da Audi traz um belíssimo conjunto mecânico e o visual (e status) que só os carros premium têm. Seja ele um A1 ou um A8.
fonte: iGCarros

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Menor Audi, A1 enfim estreia no Brasil


O superesportivo R8 ficou pequeno ao lado do A1 no Salão do Automóvel de São Paulo em 2010. Principal destaque da Audi no evento, o compacto tinha seu lançamento prometido para acontecer entre março e abril. Nem um, nem outro. Somente nesta terça-feira (10) o carro foi, enfim, lançado no mercado brasileiro com preço inicial de R$ 89.900.


Mas o atraso não espantou a clientela. Segundo anunciado pela Audi do Brasil, mais de 450 unidades do carro já foram vendidas desde dezembro. As primeiras unidades chegam aos seus donos ainda neste mês e logo o carro poderá ser visto pelas ruas do país.


Com 3,95 metros de comprimento, 1,74 m de largura e 1,42 m de altura, o A1 é o rival ideal de carros como o Mini Cooper e Fiat 500. Mas o “carrinho” da Audi se diferencia da dupla concorrente por não ser inspirado em carros do passado. Seu desenho é mais “comportado”, seguindo o padrão “sóbrio-esportivo” característico da marca alemã.

A motorização do A1, em termos tecnológicos, também é mais avançado que a de seus concorrentes. O modelo oferecido no Brasil vem com o premiado motor 1.4 TFSI de 122 cv, que se vale de turbocompressor e sistema de injeção direta de gasolina para rodar em média 18 km por litro de combustível. Mais um troféu para o câmbio, que é o S-Tronic com 6 marchas e dupla embreagem, referência em transmissão semi-automática.

E o pequeno Audi também sabe correr: cumpre a prova dos 0 a 100 km/h em 8,9 e atinge 203 km/h, conforme dados oficiais da empresa. Outro destaque do A1 é o sistema de freio regenerativo, que aproveita a força das frenagens para ajudar na recarga da bateria.

De série, o A1 à venda no Brasil já vem equipado com 6 airbags, controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios ABS, faróis de xenônio, ar-condicionado digital, entre outros. A lista de opcionais inclui itens como o teto solar panorâmico e o sistema de áudio Bose com 14 alto-falantes e 456 watt de potência sonora.
Fonte: iGCarros
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